Temos o prazer de apresentar esta semana Juliana Oliveira, Coordenadora de Usina Eólica da AES Brasil um gerador de energia 100% renovável no país, a única empresa na América Latina com classificação ESG de nível “AAA” no MSCI1, um dos principais rankings para avaliar a resiliência de uma empresa aos riscos da ESG.

Depois de concluir sua graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade São Judas Tadeu na USJT em 2013, ela fez seu mestrado em Energia Sustentável (Finalizando em 2020) pelo Instituto Politécnico do Porto (ISEP), e fez pesquisas em armazenamento de energia na Faculdade de Ciências Técnicas de Novi Sad.

#SheLeadsTheChange

  • Sobre o que é sua empresa? 

A AES Brasil atua há mais de 20 anos nos setores de serviços, geração e comercialização da energia gerada por usinas hídricas, eólicas e solares ao desenvolvimento de soluções de energia renovável  nos apresentando como facilitadores da integração da sustentabilidade para os nossos clientes.  

  • Como ele contribui para melhorar o meio ambiente?  

A empresa colabora comercializando energía limpa aos clientes, contribuindo gerando valor para a sociedade se comprometendo com algumas metas da agenda mundial promovidas pela ONU relacionados ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em seus negócios    

  •  Você poderia nos dizer mais sobre sua experiência e por que você optou por se concentrar na energia eólica? 

As energías renováveis tem se apresentado como um possível ponto de inflexão para as futuras gerações. Escolhi atuar profissionalmente em energía eólica por fazer parte da mudança por tecnologías mais sustentáveis  que pudessem contribuir para um mundo melhor. 

  • Que outras mulheres te inspiraram em sua carreira?  

Tanto mulheres do día-a-dia quanto grandes ícones de superação me inspiram a continuar avançando,  superarando as adversidades. Uma na qual, tive oportunidade de conhecer foi a Elbia Gannoum que é presidente da Associação Brasileira de Energía Eólica no Brasil. A história dela é incrível.  

  • Que conselhos você daria à mulheres que prentendem conquistar uma carreira com sucesso? 

Embora haja muitos obstáculos, acreditem no seu potencial e insistam mesmo que algo dê errado no percurso. A insistência e a fé será capaz de te levar a lugares que nunca imaginamos estar. 

  • Quais desafios você enfrentou como mulher na área até conquistar o espaço que ocupa hoje e como lidou com eles? 

Atuar numa área predominantemente masculina que colocou diversas vezes numa posição de não pertencimento. Acreditei nos meus instintos e insisti mesmo em períodos de dúvida. Infelizmente o jogo ainda é injusto para nós, mas sempre há oportunidades para se fazer a diferença positiva. 

 

 

Formada em engenharia ambiental com MBA em agronegócios pela FGV, esta semana acrescentamos Aline Maldonado, a CEO da Produzindo Certo, uma solução transformadora para empresas comprometidas com o cumprimento de uma cadeia produtiva verificada que segue os mais rigorosos padrões sociais e ambientais. A empresa Produzindo Certo já influenciou a maneira que mais de 6,4 milhões de hectares de terra são administrados na América Latina, integrando o cuidado com a terra e o respeito às pessoas e aos recursos naturais.    

Aline Maldonado #SheLeadsTheChange

 

  • Sobre o que é seu projeto Produzindo Certo? 

Produzindo Certo é sobre o amor pela terra e sua gente. Fundamos nossa empresa a partir do propósito de apoiar a transformação das cadeias do agronegócio, aproximando produtores e empresas comprometidos com a correta gestão dos recursos naturais e respeito à sociedade.  

 

  • Como ele contribui para melhorar o meio ambiente?  

Trabalhamos lado a lado com o produtor rural, levando assistência técnica em sustentabilidade para o campo e de outro lado, buscamos oportunidades de negócios para esses produtores com empresas que incentivam e valorizam quem está produzindo certo. 

Hoje já são mais de 3.200 propriedades rurais em nossa plataforma, juntas essas propriedades somam 6,5 milhões de hectares. Deste total, 3 milhões de hectares, o equivalente a área da Bélgica, são de vegetação nativa totalmente preservadas, que estocam 1,5 bilhão de toneladas de carbono.  O restante são áreas produzidas sob boa gestão e melhores práticas produtivas, que consideram o cuidado com o solo, com a água e o respeito aos trabalhadores rurais. Assim, nossas propriedades, além de produzirem alimento, fibra e energia, preservam e prestam um serviço ambiental essencial à toda a sociedade. 

 

  •  Você poderia nos dizer mais sobre sua experiência e por que você optou por se concentrar na agricultura sustentável?

Logo depois de me formar em Engenharia Ambiental, comecei a trabalhar na ONG Aliança da Terra, com a missão de conectar produção rural e conservação ambiental e então já semeava o que hoje é a Produzindo Certo.  De cara eu me apaixonei pelo campo, pois é de lá que sai quase tudo o que comemos, o que vestimos e o que utilizamos como energia.   Uma vez eu li em um livro uma definição sobre riqueza que dizia assim: “Riqueza é a maior transformação que conseguimos fazer em um ambiente de forma que tudo que é vivo e é importante para o que é vivo, exista sem escassez.” Na mesma hora eu fiz a correlação com a agricultura sustentável. Produzimos alimento, fibra e energia, e ao mesmo tempo podemos cuidar da floresta, da água, do ar e do solo. 

Depois fiz um MBA em agronegócio e pude ter mais clareza de como a conexão entre as empresas que atuam nas cadeias de valor do agro poderia ser poderosa para catalisar a produção sustentável no campo.  

 

  • Que outras mulheres o inspiraram em sua carreira?  

Sem sombras de dúvidas a primeira mulher a me inspirar foi a minha querida mãe, Edna. Ela era professora e era possível sentir que ela vivenciava a vocação dela, que era lecionar para crianças. Ela dizia que ser professora era um “lance de amor”.  Ela passava madrugadas a dentro fazendo atividades ou lembrancinhas para seus alunos e sempre com um sorriso no rosto. Aquilo me inspirava, eu também queria trabalhar com algo que brilhasse meus olhos e ela me incentiva a isso.  

Depois a minha sogra, Carmen, me inspirou por ser uma apaixonada pela terra e pelos animais. Ela foi uma desbravadora em áreas de fronteira agrícola no Brasil junto ao meu sogro, Ivo, e por onde ela passa existe um “verde”.  Aliás eu falo que ela tem o “dedo verde”, tudo o que ela planta nasce. Ela foi pecuarista por muito tempo e atualmente ela produz abacaxis, e são os melhores que alguém pode saborear. 

 

  • Que conselhos você daria às mulheres que pretendem conquistar uma carreira com sucesso? 

O primeiro conselho que eu daria é o que digo aos meus dois filhos todo santo dia: “faça sempre o seu melhor”. Isso virou até uma brincadeira, todo dia antes de deixá-los na escola eu os deixo começando a frase: “faça sempre o seu…” e eles completam: “…melhor”. Não importa qual tarefa seja, faça o melhor que você pode.   

Depois é tentar identificar aquilo que te dá prazer em trabalhar. Tente se perceber naquilo que você está estudando ou trabalhando, se escute. Tem uma voz dentro de nós que nos dá essa resposta, mas a gente tem que estar atento para ouvir. As vezes na correria do dia-a-dia a gente não silencia para ouvir essa voz, é preciso fazer um esforço consciente.  

Por último, não podemos nos deixar levar pela comparação entre homens e mulheres,  

tendência hoje bastante arraigada. Não somos nem superiores nem inferiores, somos diferentes, temos vocações, instintos e papeis sociais diferentes. É importante essa compreensão para que possamos valorizar e dar o peso certo a cada etapa da nossa vida, inclusive na nossa carreira profissional. 

  

  • Quais desafios você enfrentou como mulher na área até conquistar o espaço que ocupa hoje e como lidou com eles? 

Trabalhar no agronegócio é trabalhar em um ambiente predominantemente masculino. Mas devo dizer que eu tive sorte. Nunca me senti menosprezada por ser mulher e nunca senti uma dificuldade apenas pelo fato de ser mulher. Sempre busquei colocar minha voz para ser ouvida.   

Como mãe devo dizer que senti algumas vezes quando precisei viajar e passar a noite fora de casa quando com filhos pequenos. Graças a Deus eu tenho um marido maravilhoso que é um super papai. Aliás nós trabalhamos juntos na Produzindo Certo e ter o suporte dele foi fundamental para conquistar o lugar que eu ocupo hoje, pois com ele ao meu lado me permitiu usar a dose certa de concentração da minha energia na careira profissional e na minha vocação de ser mãe e cuidar da minha família. 

 

Reforçando a presença da LCBA no setor Brasileiro de sustentabilidade, lançamos uma chamada pública. 

A chamada pública convida as empresas Brasileiras dos setores de economia circular e de baixo carbono a se inscreverem na plataforma da LCBA. Estes setores são projetos com tecnologias verdes e de baixo carbono das seguintes áreas:  

  • agricultura e silvicultura
  • energias renováveis e energia limpa
  •  biogás e biometano
  • eficiência energética
  •  serviços de saneamento
  • processos industriais  
  • gestão de resíduos 

Ao se inscrever na chamada pública, empresas Brasileiras poderão gerar novas parcerias com empresas Européias, organizações, agências governamentais e instituições financeiras.  

A chamada pública visa:  

  • Facilitar o acesso das empresas Brasileiras  às soluções tecnológicas européias 
  • Gerar novas parcerias com organizações nacionais, conectando empresas brasileiras com agências e instituições financeiras que as ajudem a progredir em suas metas de circularidade e redução de emissões. 
  • Recrutar instituições financeiras, clusters e associações industriais, câmaras de comércio e outras instituições governamentais ou órgãos públicos sediados no Brasil.  
  •  Recrutar partes interessadas tais como Associações e Clusters Industriais, Instituições  Públicas, e Organizações Multilaterais.
  • Recrutar empresas de médio e grande porte sediadas no Brasil com CNPJ válido com necessidades de tecnologias sustentáveis.   

Além das empresas Brasileiras, também convidamos  integradores, desenvolvedores e facilitadores que desejam implementar um projeto sustentável que não sejam categorizados como uma “microempresa” e que tenham um CNPJ válido no Brasil a se inscreverem em nossa chamada pública.  

Também convidamos instituições financeiras, clusters e associações industriais, câmaras de comércio e outras instituições governamentais ou órgãos públicos sediados no Brasil, bem como Stakeholders, Associações e Clusters Industriais, Instituições Públicas, Organizações Multilaterais e Consultores de Projetos de Tecnologia Verde e de Baixo Carbono a participar.  

As empresas interessadas em participar do programa da LCBA podem se inscrever para a chamada pública através do nosso website. Avaliaremos então se a empresa passa os critérios de participação da LCBA. Projetos selecionados receberão apoio jurídico, ambiental ou financeiro gratuito.  

Clique aqui e confira a plataforma de inscrição da nossa chamada pública 

 

 

 

 

Luciana Mengo, Presidente de la Asociación de Fabricantes  de Maquinaria Agrícola y Agropartes de Córdoba (AFAMAC), ha dedicado gran parte de su vida al sector agroindustrial. Luciana es socia de Silos Mengo (Tres Eme SA), empresa dedicada a la ingeniería de postcosecha fundada por su padre en 1978. Desde su nombramiento como Presidenta, Luciana ha apostado por liderar el sector de manera justa y equilibrada.

Luciana Mengo #SheLeadsTheChange

  • ¿Cuál es su principal misión dentro AFAMAC? 

Las misiones gremiales empresarias tienen diferentes frentes. Dentro de los cuales yo destaco algunos como los más importantes. En primer lugar, sostener y mantener la indisocincracia propia de la institución para no perder los valores y principios que le dieron su propia IDENTIDAD. A partir de esa base que es de un trabajo continuo y permanente, es importante pensarla como un espacio de formación de proyectos y la concreción de los mismos, llevados adelante entre todas las áreas que la componen para beneficio de los asociados en su totalidad. Para dar cumplimiento a estas metas, es que contamos con una PLANIFICACIÓN ESTRATÉGICA a 4 años que vamos modificando y revisando, tanto los objetivos por áreas como el cumplimiento de los objetivos. 

  • ¿Cuáles son los retos que afronta el sector de fabricantes de maquinaria agrícola argentino en materia de sostenibilidad y economía circular? 

Dentro de los desafíos del sector agroindustrial argentino, es la de lograr la producción de sus equipos en fábricas con estándares de producción adecuadas con el respeto al medioambiente, al cuidado de las personas y a la contribución social de cada localidad en la que se radica. Desde el punto de vista del producto en sí mismo, los departamentos de ingeniería y desarrollo de nuestras fábricas, tienen objetivos claros sobre las demandas que existen a nivel mundial sobre los equipos que fabricamos. Junto con entidades gubernamentales y privadas, orientamos nuestros productos para dar cumplimiento a las demandas relacionadas con la economía circular, desde la manipulación de la basura hasta el comportamiento de los equipos. La tecnología y su implementación es un aliado fundamental en este proceso, como así también la formación de nuestros recursos humanos. Estamos transitando ese desafío, con la energía puesta hacia esos objetivos, el primer paso en la toma de conciencia ya es un hecho. 

  • ¿Qué acciones y qué grado de compromiso espera encontrar por los actores del sector para afrontar dichos retos? 

En cuanto a acciones ya están en curso. Las fábricas nos transformamos de manera permanente y cada objetivo relacionado con la transformación tecnológica en las empresas miran hacia este objetivo y este reto. No veo falta de compromiso, quizás lo que exista en las empresas más pequeñas con estructuras más chicas, lo urgente le gana lo importante, y se hace un poco cuesta arriba enfrentar todos los objetivos juntos, en una coyuntura de macro economía post pandemia, que afecta la provisión de mucha de nuestros insumos elementales para dar cumplimiento a la entrega de nuestros compromisos. Es una pena que con todo el potencial profesional y el espíritu emprendedor de nuestros empresarios tengamos que destinar energía y tiempo a temas que podrían ser más dinámicos y enfocarnos en el futuro. 

  • ¿Cuáles son las perspectivas económicas 2022 para su sector? 

Las perspectivas económicas siempre son buenas, si lo pensamos desde la posición de nuestro principal socio que es el productor agropecuario y los contratistas rurales. Es un sector que empuja y le da recursos al país. Desde el punto de vista macro, todo dependerá de los acuerdos que el gobierno logre para mejorar la economía del país, y eso derrame en la estabilidad económica no solo de las industrias sino también del bienestar de la gente que vive de su trabajo diario. Entendemos que el productor no deja de invertir, y con un dólar tan poco claro, es factible que sigan intentando buscar resguardo en un dólar industrializado. Pronto podremos saber mejor las expectativas cuando abordemos mejor el año y veamos la conducta del ambiente de demanda local y extranjera de acuerdo a la posición de las cosechas, sus rindes y sus valores. Somos un sector optimista en un contexto al que le damos pelea, y me refiero a dar ideas, proyectos y lo pensamos siempre a largo plazo. 

  • ¿Qué tipo de apoyo le ha resultado útil para avanzar en su carrera profesional? 

Sin dudas que el apoyo de mis socios que a su vez son mi familia. Somos segunda generación en mi empresa y mis hermanos han brindado el apoyo que necesito para poder continuar y cumplir con mis compromisos gremiales. Comencé hace muchos años, caminando en puntas de pie sin hacer ruido, escuchando y aprendiendo. Tuve la suerte de que personas generosas que ocupaban puestos de toma de decisiones compartirán no solo conmigo sus conexiones y conocimientos para andar este camino de dedicación y entusiasmo que ellos mismos se ocupan de renovar a cada momento. Se dan batallas diarias y nunca estamos solos. 

  • ¿Hay alguna mujer en concreto que le haya inspirado a nivel profesional? 

Son muchas las personas que inspiran a continuar y a admirar. Si debo referirme a mujeres las hay de todas las edades, mujeres que vivieron épocas más complicadas y se abrieron camino y otras que hoy están acompañando. Sería injusto mencionar solo una, porque no he encontrado ninguna en este andar que tuviese la intención de complicar mi formación, sino más bien todo lo contrario, siempre brazos abiertos. En nuestro sector hay más mujeres de las que pensamos acompañando y dirigiendo, en esta era digital y de comunicaciones tenemos la suerte de que cada vez se le da mayor visibilidad. Es una cuestión de humanidad y no de género. Todos estamos en el mismo plano, y todos vamos hacia lo mismo, una mejor sociedad más equitativa y justa. 

Marcelo Perpetuo

Engenheiro Mecânico com mais de 30 anos de experiência em projetos de energia renovável, engenharia e gerenciamento de plantas e mais de 15 anos gerenciando equipes, Marcelo se junta à LCBA Brasil como o novo Country Manager. Seu amplo conhecimento técnico e sua experiência no mercado brasileiro são fundamentais para a geração de alianças comerciais estratégicas para o desenvolvimento do programa no país.

O que mais o motiva na sua posição?

Este novo desafio me permite ter contato com novas tecnologias européias desenvolvidas na Europa e poder apresentá-las a empresas brasileiras de forma a contribuir para a descarbonização do planeta e incentivar a economia circular.

Muito além disto, a descarbonização e a economia circular são iniciativas que eu pessoalmente defendo como um meio de salvar nosso planeta. Quero que meus filhos e netos e todas as geração vindouras possam habitar este lindo planeta.

É uma oportunidade única de trabalhar em um projeto no qual você possa contribuir para as causas que você acredita. Tudo isto pode ser parte do legado que estamos construindo e deixaremos para as próximas gerações. 

O que você destacaria como principal desafio do programa LCBA no Brasil?

Acredito que o maior desafio seja transmitir como o Projeto pode agregar valor as empresas brasileiras no processo de transição destas para uma economia sustentável.

Qual você considera ser o principal desafio que o Brasil está enfrentando em seu caminho rumo à economia verde?

Temos desafios enormes. O Brasil é um país continental, com diferentes culturas e diferentes níveis socioeconômicos.  Creio que a educação da população e condição econômica do país sejam as maiores barreiras no momento. Mas também temos as barreiras alfandegárias, certa resistência a tecnologias novas e disruptivas. Também não podemos esquecer das dificuldades que a pandemia vem adicionando ao cenário atual. 

Porém, olhando e senário acima sob a ótica das oportunidades, vejo um ótimo momento para buscarmos e implantarmos novas tecnologias que irão aumentar a produtividade, reduzir as perdas e desperdícios contribuindo para uma economia de baixo carbono, “Vamos usar a dificuldade para alavancar o nosso crescimento”

Que oportunidades estão surgindo para os fornecedores europeus de tecnologia no Brasil?

Como disse na pergunta anterior, o cenário socio econômico é bastante difícil, e daí surgem as necessidades, e a coragem de se partir para soluções inovadoras e destrutivas.

É um momento delicado, e ao mesmo tempo especial onde as novas tecnologias Europeias podem contribuir fortemente no movimento irreversível de aumento da produtividade e de uma economia de baixo carbono. Os principais setores alvo são o Agropecuário, Mineração, Químico, Siderúrgico, Celulose e Papel, Transporte, e Plásticos.

Já temos aplicado várias tecnologias nos projetos de Energias renováveis, Biogás e biometano, produção de biofertilizantes com microorganismos, Agricultura e pecuária sustentável e de precisão, “Carbon free farm”, Software & Hardware para mensuração de emissão de CO2, IoT & Blockchain para rastreabilidade da produção agropecuária, Indústria 4.0, Aproveitamento de lodo de ETE para fertilizante, Águas residuais para biogás com foco em energia térmica para aproveitamento em desaguadores de lodo, Tecnologia de FRB-sistema de wetlands (jardins filtrantes) para tratamento de esgoto, Transporte elétrico, para mencionar algumas. 

Por que as empresas brasileiras devem participar do programa LCBA?

Por ser uma plataforma de transferência de conhecimentos e tecnologias que podem apoiar empresas brasileiras, a LCBA é uma “máquina” de achar empresas e tecnologias europeias, muitas vezes em setores e países pouco explorados pelas empresas Brasileiras.

O processo de aproximação das empresas é muito rápido, ajudamos a quebrar as barreiras de comunicação e culturais e damos o suporte para que o negócio prospere e seja bem-sucedido. Tudo de forma estruturada em processos amplamente testados. O LCBA atua de forma neutra, ou seja, sem nenhum interesse comercial, deixando as partes chegarem ao acordo ideal.